Para que serem os vírus? Existe utilidade num vírus mesmo em EAD?
Há alguns meses atrás, o servidor de certa empresa foi atacado por
hackers. Analisei a enormidade de ameaças que estavam naquele computador
e percebi claramente que os autores daquela suposta façanha não queriam
destruir nada. Fiquei me perguntando porque o grupo que derrubou o site
não quis destruir todo o seu conteúdo.
Caso queiramos definir vírus como um programa que visa impedir o funcionamento de um sistema ou tarefa de um computador, entendemos que o conceito de vírus nem sempre é negativo.
Quando a Microsoft ou outra empresa impõe um código de ativação do produto após o período de testes, na verdade colocou um vírus no programa. Afinal, a empresa precisa proteger seus interesses e esta é uma forma de coagir os consumidores a pagar pela utilização do pacote em questão.
Da mesma forma, se entendemos que é lícito proteger a propriedade intelectual de alguém, fica fácil entender a provável origem dos vírus.
Nesta definição, vírus não é o programa que impede o funcionamento de outro. Isto é apenas proteção intelectual.
Continuando a vascular o servidor invadido, encontrei um diretório aparentemente insuspeito. Resolvi olhar dentro dele e achei o endereço de um site que vendia cosméticos (algo assim). O site era aparentemente inofensivo. Movido ainda pela curiosidade, resolvi adentrar nas entranhas do tal website. Neste momento meu browser gritou: phishing (conjunto de páginas que visam roubar senhas de cartões de crédito, senhas bancárias, etc).
Assim, não foi preciso ser um gênio para entender porque o site não foi destruído. Bastaria um mail marketing mal intencionado apontando para o server contaminado para direcionar consumidores incautos à uma armadilha.
O verdadeiro vírus é aquele que está na consciência das pessoas que transformam um meio de proteção de patrimônio em ferramenta de furto e engano.
Este vírus não parece ter cura.
Que pena.
Caso queiramos definir vírus como um programa que visa impedir o funcionamento de um sistema ou tarefa de um computador, entendemos que o conceito de vírus nem sempre é negativo.
Quando a Microsoft ou outra empresa impõe um código de ativação do produto após o período de testes, na verdade colocou um vírus no programa. Afinal, a empresa precisa proteger seus interesses e esta é uma forma de coagir os consumidores a pagar pela utilização do pacote em questão.
Da mesma forma, se entendemos que é lícito proteger a propriedade intelectual de alguém, fica fácil entender a provável origem dos vírus.
Nesta definição, vírus não é o programa que impede o funcionamento de outro. Isto é apenas proteção intelectual.
Continuando a vascular o servidor invadido, encontrei um diretório aparentemente insuspeito. Resolvi olhar dentro dele e achei o endereço de um site que vendia cosméticos (algo assim). O site era aparentemente inofensivo. Movido ainda pela curiosidade, resolvi adentrar nas entranhas do tal website. Neste momento meu browser gritou: phishing (conjunto de páginas que visam roubar senhas de cartões de crédito, senhas bancárias, etc).
Assim, não foi preciso ser um gênio para entender porque o site não foi destruído. Bastaria um mail marketing mal intencionado apontando para o server contaminado para direcionar consumidores incautos à uma armadilha.
O verdadeiro vírus é aquele que está na consciência das pessoas que transformam um meio de proteção de patrimônio em ferramenta de furto e engano.
Este vírus não parece ter cura.
Que pena.

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